Dia de sol!

Dezembro 22, 2009

O dia é sol, que nos aquece após a noite nem tão fria, os sons ainda batem na cabeça, após a festa que nos deixa no auge, do que somos e realmente nos importa viver.

Que ainda sintam o remeleixo, que os pés, ainda ensaiem os passos, que nos levam até o chão. E se há quem diga que não dança, vale um ensaio desajeitado, ninguém viu, a noite é luzes ofuscantes, que mesmo assim não perde o brilho, do melhor que há em cada um.

A poesia é de sexta, mas seriam segundas, terças, quartas e quinta, são para todos aqueles, que no auge de seu dia a dia, prestigiam essas linhas, escritas no auge de uma emoção desenfreada de querer continuar teclando, transmitindo, como o sangue que pulsa e me torna assim… Poeta.

E não é solo, essas linhas que lhe chegam hoje, solistas, e solícitos sóis vocês, que nas sextas, buscam (se buscam) os ensaios.

Hoje, solto o grito e me preparo, para abraçar, com as linhas que lhes entrego, o que há de mim, o que há de poeta.


Férias Brasil

Dezembro 21, 2009

Na caixa de saída! Um gabarito.

Dezembro 18, 2009

Na caixa de entrada, ainda há itens não lidos, alguns, travestido de ornamentos natalinos e festivos, relata o que sabemos a contáveis dias, que a ultima página da folhinha está para ser rasgada, virada e colocada na lixeira.

Na auto-estrada, um bloco está sendo entregue, e o alicerce de outro, começa a se formar, com todos os personalizáveis que se possa ter. E vamos nós, tocando e contando os últimos instantes, dias e semanas no mesmo ritmo que nosso coração já conhece.

No remeleixo de cada um, homens e máquinas pulando a amarelinha em nossos caminhos, nem sempre suave, e onde a purpurina é adereço carnavalesco, aqui o cimento é forte o alicerce robusto, é a nossa garra o que nos tece no dia a dia.

E somos assim, guerreiros, falcões, águias, reis e rainhas. E que na paráfrase de cada um, estejam em letras douradas a máxima “… não desistimos nunca!”, procurando seguir o mesmo gabarito, sem crise.

No coração, um sentimento profundo, de missão cumprida, de união e fé, expurgados na noite, na dança, onde comungamos a mesma alegria. Ainda existirão sextas a se contar e cantar, e no interior de cada um, um sorriso inocente na poesia que transforma que tenta ser ao mesmo tempo, um ensaio, um adorno, no tão apressado tempo, que mais uma vez completa o clico.

Estenda a mão e desligue a tomada, mande seu ultimo email do ano, cabe aqui um brinde, um até mais ver, que complete as festas, confraternizações, a todos, saúde e Paz… O ano se foi!

joseli@lves
18 Dez 09


Fina garoa no céu azul

Dezembro 4, 2009

Nuvens na cidade sol, lágrimas escorrem do céu sempre azul, que se transcende além dos sons que ecoam em uma esquina por aí. A garoa que era acolá, hoje cá está parafraseando o que ainda há de vir, o que ainda possa ter…

Quer saber? Que assim seja, lave as ruas e umedeça a alma, cujas penas se expiam nos longos dias que se comprimem e cada instante é menos, cada hora vai ficando tão mínima, que parecem lágrimas, que secam antes de cair ao solo quente.

E de solo, somos nós que na coletividade, enfurnam risos e se ocultam na garoa que nos tornam sombras encobrindo a alegria oculta em eletrônicos abraços, e frios apertos de mãos, ou a sobrancelha levantada, na ausência de um som.

Soltemos o grito, e na ausência do luminescente, façamos o brilho de cada um afastar as sombras e que a sexta se ilumine, e eleve cada um ao patamar que nos é justo, sempre além do sol e entoemos em bom e sonoro som. Somos nós que fazemos a diferença, a cada dia, humanos e sensíveis.


Fissão, fissura… Energia pura!!

Novembro 27, 2009

O céu, é nuvens coloridas, no horizonte que nos assemelhe, na precisão cirúrgica das horas ou na benevolência atômica que nos transforma, bit´s e bytes, prótons e elétrons, no choque que se possa causar, estamos de pé.

Contam-se fios no amarfanhado mundo, nas discussões rouba-se nos atos, pecados, nega-se fé, no além da energia que nos move, onde tem-se algo além dos moinhos, Don Quixote que o diga…

Acertem os ponteiros, revejam os calendários, ao tal fim se aproxima, haja energia para chegar, e seja em qual usina, tem sempre uma tomada ou botão para retardar o processo.
E enquanto para uns é começo, vamos curtindo o da semana, sorrindo e admirando, pois por aqui, além de um meridiano, há sol, e a energia é sempre boa, dentro de cada um, molecular, humana e pulsante.

Bum!! A semana se foi, e já que há briga de energia, a minha é para outros fins… Bem mais pacifica…


Um certo som no fim do dia.

Novembro 19, 2009

A semana estala inaudível, nos cafés de copo plástico, ou nos corredores aromatizados, onde suamos camisas, embalados pelos batuques MP3, que nos mantém acordados, acessos nas fogueiras, alimentadas pelo tronco, corpo e membro, que consumido a cada dia nos torna libertos, no final de cada dia e senhores na abolição.

Pelas ruas, cafezais concretados, no gole carioca ou no drink que lhe torna coffe. No renome utópico que o progresso se apresenta, nas vitrines que viram horizontes, que apontam a cor que separam faixas e que se cruzam no imaginário, nos tornando pátrios, autônomos e autômatos de segunda a sexta.

Solte o verbo e deixe descer a porção enraizada, cuja cútis se não nega, pode existir bem lá no fundo, o desejo forte, de quebrar a cada dia, um grilhão e romper barreiras.

O fim do dia é batuque, e o samba, esse enraizado, me trás a lembrança, o elo se quebrou, a sexta é quinta, e já se faz ouvir no final, e afinal, a pena é ouro, refletida no sol que nos torna bronzeados, na assinatura que se faz Lei!


Ebulição… Ponto de bala!

Novembro 14, 2009

No chão, cacos coloridos, pecas do dominó espalhado sobre a mesa, rascunhos incoerentes, povoando idéias, sugestões e gestos, na semana de takes, flashback, grafites no rascunho e serifas numa fonte… Nuances.

A semana é iluminada, com estrelas e raios no horizonte, capitulando cada um, na sua excelência, paciência e sintonia. Sol no Rio quarenta graus, fervendo no grau que nos norteia, na ebulição que nos condensa nos ínfimos detalhes, da semana que se transforma.

Cada detalhe, nos levando ao imaginário, que nos torna, supersticiosos, e na porção onisciente, ínfima, nos remete ao que realmente somos humanos no processo evolutivo, na mesma cadeia, no palco incerto, acenando e aplaudindo.

Desce a cortina, o show se finda, lá fora as luzes ainda estão acessas, mais brilhantes, o calor que nos molda, no UM grau que nos transforma na mesma bateria que vai de zero a cem. Impulsionando, pulsando, em ponto de bala, a continuar…

A sexta é treze e não estraga o ato, cuja superstição nos remete instintivos, a bater na madeira. TOC, TOC, TOC… “o último a sair apague a luz!”.


Pelas Avenidas…

Novembro 6, 2009

O dia é roleta no ir e vir, nas avenidas que trafegam sonhos e o Brasil. O transito é Real nas lambretas corta-faixas, assim como no destino, que cruza subúrbios e cidades, rumo às colméias que nos faz operários, quiçá zangões ou rainhas.

A sala é um, no ponto de vista enumerado, que nos cerca nos centros, cujos custos, nos etiquetam, lançam e negociam, no pendular das horas, aqui e acolá, onde quer que o pólen esteja do Leblon a JK.

A rua é sol a pino, parafina deslizante, areia branca pelas mãos a escorrer. É verão antecipado, flores na janela, ou abertas para a brisa, que nos carrega no fechar dos olhos.

No peito, bate um sentimento, no vôo singular, que nos torna libertos, no refestelar aquietado, peito estufado, sorvendo o mel, doce, fresco e ambientado, nesse cotidiano social. Que nos transmuta no dia, que deixamos a colméia e vamos a campo florear. Bom dia e Bom vôo!


Além das giratórias…

Outubro 30, 2009

No inicio e fim da escada, o ar viciado da rua é sol, batendo no corpo, condicionado de ar, seco, frio. Na cabeça, desanuviam-se idéias, mirabolantes na curta, longa, extasiante e prolongada…

Há de ter, Happy Night, no fim de tarde que se coroa, na semana que “nem Freud explica”, no já consumado, massacrado, azulejado e calejado corpo, que pulsa e sente, e que pela garganta abaixo, sufoca o gemido, mas solta o grito, que nos torna “dual”, transformes, id´s encravado na psique.

Cientes e pacientes, na luta que interporá um ramo, na arvore que enraíza no canteiro, frio ou quente, que as emoções encarregam de ser, no que se moldam, tornam, ou entornam, no caldo supra-sumo. Humanos.

Escorregue o dedo, lentamente, na chave que corta a corrente, vital energia, maquinal. Na inferior, um sinal, na tela estreita uma linha quente, do sol que desponta e nos gira, sem parar, lembrando o fato… Hoje é sexta-feira e que além das giratórias, há mais que um dedal. Há sorrisos e algo mais, espreitando na esquina.


Papel de parede!

Outubro 23, 2009

A brisa no ar é leve, levantando a poeira fina que se espalha, como boa nova, levantando papeis sobre mesas silenciosas, máquinas desligadas e telefones mudos. Som de passos que se afastam no corredor estreito e nas escadas curtas que nos levam rua a fora.

Há encontros e desencontros, dependurados na parede, mensagens e lembretes, que nos torneiam e subjugam o que somos, planilhas e colunas, linhas e compatibilidades, tons e bits, no estalar dos dedos e teclas.

No celular o bip encantado, no céu a tarde inacabada, cuja paisagem é verão, horário nobre, ligeiro e misturado ao cheiro de asfalto e mar, na consciência de que há algo mais por trás dos fios e Bluetooth.

Na cabeça as reflexões, um “deixa pra lá” da semana apertada e cansativa, cedo demais, tarde demais, dever cumprido. No peito, o casual Day, o dia é casual no closet que nos engravata, como papel de parede de segunda a quinta. Olhe para o alto e para o lado e sorria! Estenda a mão e shutdown… A semana se foi!