O dia é sol, que nos aquece após a noite nem tão fria, os sons ainda batem na cabeça, após a festa que nos deixa no auge, do que somos e realmente nos importa viver.
Que ainda sintam o remeleixo, que os pés, ainda ensaiem os passos, que nos levam até o chão. E se há quem diga que não dança, vale um ensaio desajeitado, ninguém viu, a noite é luzes ofuscantes, que mesmo assim não perde o brilho, do melhor que há em cada um.
A poesia é de sexta, mas seriam segundas, terças, quartas e quinta, são para todos aqueles, que no auge de seu dia a dia, prestigiam essas linhas, escritas no auge de uma emoção desenfreada de querer continuar teclando, transmitindo, como o sangue que pulsa e me torna assim… Poeta.
E não é solo, essas linhas que lhe chegam hoje, solistas, e solícitos sóis vocês, que nas sextas, buscam (se buscam) os ensaios.
Hoje, solto o grito e me preparo, para abraçar, com as linhas que lhes entrego, o que há de mim, o que há de poeta.
Escrito por joseli@lves
Escrito por joseli@lves
Escrito por joseli@lves